quinta-feira, 23 de maio de 2013

PEQUENA CURIOSIDADE

TENHO MUITAS VISITAS EM MEU BLOG DE PESSOAS DE OUTROS PAÍSES MAS ATE DAQUI DO BRASIL,GOSTARIA MUITO DE SABER QUEM SÃO ESTAS PESSOAS.PRECISO DE MUITA AJUDA AINDANESTA BRIGA CONTRA A IMPUNIDADE,QUEM SABE VOCÊS PODERIAM ESTAR AO MEU LADO.
VAMOS TENTAR MUDAR UM POUCO TODA ESTA HISTORIA DE IMPUNIDADE!!!!!!!

DESABAFO

ESTOU MUITO TRISTE COM O PESSOAL DO MINISTÉRIO PUBLICO DO ACRE POIS NA ÉPOCA DO JULGAMENTO ALÉM DAS CONDENAÇÕES  PROMETERAM QUE IRIAM BRIGAR PARA INDENIZAR NOSSA FAMÍLIA,PRINCIPALMENTE MINHA MATRIARCA QUE TANTO SOFREU.
POREM O QUE ACONTECE É QUE NEM OS EMAILS QUE ENVIO ELES ME RESPONDEM,O PIOR NÃO É NADA POIS NA ÉPOCA DO JULGAMENTO QUANDO VIERAM NOS BUSCAR FORAM TANTAS PROMESSAS HOJE VEJO QUE FIZERAM ISSO ACHANDO QUE DESTA FORMA IRIA NOS AO JULGAMENTO,SERÁ QUE ELES PENSAM QUE TUDO QUE NOS PROMETERAM SERIA MAIS IMPORTANTE QUE OS ASSASSINOS CONDENADOS? NÃO É MAIS IMPORTANTE MAS SEI QUE O ESTADO DO ACRE TAMBÉM NOS DEVE ESTA INDENIZAÇÃO.
TAMBÉM PRECISAMOS VIRAR A PAGINA NEGRA DAS NOSSAS VIDAS!!!

PS:POR FAVOR ESTOU AGUARDANDO UM EMAIL:EMANUELA.O.F@HOTMAIL.COM DOS GOVERNANTES DO ACRE,MINISTÉRIO PUBLICO OU QUEM ESTEJA DISPOSTO A MIM AJUDAR NESTA LUTA.

Impunidade: incentivo à violência por Robson Sávio Reis Souza

Por que é preciso apurar com celeridade e eficiência os crimes? Obviamente não é para promover a vingança, segregar ou aniquilar o infrator nem ampliar as garras do Estado.
A certeza da impunidade favorece a prática de crimes. No Brasil, vergonhosamente, para cada cem homicídios, apenas oito são totalmente processados pelo sistema de justiça criminal. E somente dois têm os autores presos. Pouco efetivos são os mutirões para concluir milhares de inquéritos abertos e sem solução. Mas, às vezes, esses procedimentos são necessários. De um total de 143 mil inquéritos de homicídios sem solução, apenas 20% tiveram um fim, segundo informaram recentemente organizadores de um desses mutirões. Os 80% restantes foram arquivados, sem nenhuma solução. O número de casos remetidos ao Ministério Público para o oferecimento de denúncia foi de parcos 3% do total. Abrir mão da apuração dos crimes sinaliza o fracasso do Estado e o caráter dúbio da Justiça (a aplicação da lei vai depender de circunstâncias aleatórias). Resultado: o crime pode compensar.
Onde estão os problemas? Os baixos investimentos em estruturas de investigação, inteligência e perícia das polícias são fatores que corroboram o caos do sistema de justiça criminal. Mas não dá para responsabilizar somente as polícias pela situação desastrosa. Governantes insensatos, que se contentam com o "aqui e agora", sempre preferem investir nas ações de repressão - que aparentemente dão resultado (nem que seja midiático) -, em vez de direcionar os investimentos para uma polícia mais eficiente, menos preocupada em prender e mais direcionada para a elucidação dos crimes. Polícias eficientes, que solucionam os crimes, oferecem ao Ministério Público processos robustos. Por sua vez, o MP permite ao Poder Judiciário (se menos encastelado e seletivo) julgar com rapidez. Por fim, com um sistema prisional direcionado somente para quem oferece risco social - e não como instrumento para prender os pobres e negros e praticantes de crimes contra o patrimônio (que respondem por 65% da massa carcerária) -, haveria um quadro de maior efetividade da Justiça e a possível diminuição da impunidade. Afinal, justiça tardia é a negação da justiça.
Somente repensando as estruturas arcaicas, inquisitoriais e baseadas na intuição - que não respondem mais aos reclamos de uma sociedade democrática -, que haverá um sistema de justiça que faça jus a esse nome.
Mas a situação não será resolvida com medidas paliativas nem com reformas incrementais nas agências do sistema de justiça criminal. Afinal, quando há pressão social ou midiática, as respostas do Estado são sempre nos moldes dos remendos novos em panos velhos. Resultado: mantendo-se essa estrutura, sem profundas reformas, o problema vai persistir e outras tantas ações enxuga-gelo serão sistematicamente implementadas. A quem interessa a atual situação de insegurança e impunidade?

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Exclusivo: internado em hospital, Hildebrando chora e se diz arrependido Publicado por Sentinela da Fronteira em30 de março de 2013 | 0 Comment Por Lane Valle

“Se eu pudesse voltar atrás, não teria tentado mudar o mundo sozinho”, diz o ex-coronel da PM acusado de liderar um grupo de extermínio no Acre
HILDEBRANDO Pascoal estava internado em um leito da UPA do 2º Distrito – Imagem de arquivo
O ex-deputado federal Hildebrando Pascoal, conhecido nacionalmente como o “homem da motosserra”, estava internado ontem em um leito de hospital na Unidade de Pronto Atendimento (Upa), do 2º Distrito. Pascoal deixou o complexo penitenciário Dr. Francisco de Oliveira Conde, onde cumpre pena há 13 anos, no último domingo (11), depois de passar mal na cela.
A reportagem do Página 20 teve acesso ao ex-coronel da Polícia Militar, que se encontrava bastante debilitado no leito 26, do Observatório Adulto. Queixando-se de dores na região lombar e nas articulações, Hildebrando diz tomar vários medicamentos por dia. Apesar da intensidade da dor, ele se recusa a tomar morfina, como já foi cogitado pelos médicos, segundo o próprio paciente.
Hildebrando Pascoal disse durante entrevista que está profundamente arrependido do passado, e que hoje é um homem de Deus. “Se eu pudesse voltar atrás, não teria tentado mudar o mundo sozinho. Hoje sou um homem sem saúde, longe da família e que não pôde acompanhar o crescimento dos netos. A Justiça me tirou tudo. Mas não guardo rancor. Hoje conheço a Palavra de Deus. Me arrependo do passado! Quero apenas terminar a vida com dignidade. Não quero regalias. Também não quero prisão domiciliar. Quero que me tratem como os demais presos. Não devo um dia de prisão”, declara Hildebrando Pascoal.
Para quem não se recorda, Hildebrando Pascoal, ex-deputado federal pelo PFL do Acre (atual Democratas), foi cassado em 1999 depois de sofrer investigações da CPI do Narcotráfico e do Ministério Público Federal. Ele é acusado de liderar um grupo de extermínio no Estado (esquadrão da morte), integrar esquema de crime organizado para tráfico de drogas e prática de homicídio. O assassinato de Agilson Santos Firmino, o Baiano, foi o que mais repercussão teve à época. Baiano teve os membros superiores e inferiores amputados a golpes de motoserra.
É a terceira vez que a reportagem deste matutino conversa com o ex-coronel dentro de uma unidade hospitalar – a última vez foi em fevereiro deste ano, quando Hildebrando Pascoal foi internado no Hospital das Clínicas com os mesmo sintomas causados pela artrose. Hildebrando Pascoal também sofre de hipertensão e diabetes.

terça-feira, 9 de abril de 2013

ESTA REPORTAGEM SAIU JUSTAMENTE NO DIA DA MENTIRA!!!!!!!!!!!


“Eu gostaria que meus processos fossem analisados juridicamente. Eu só queria isso aí”, diz Hildebrando Pascoal

1 de abril de 2013 - 3:43:19 Capa_Hild
Ray Melo, da redação de ac24horas
raymelo@ac24horas.com
Fotos: Willamis França
Internado há mais de 15 dias, no Hospital das Clínicas do Acre, Hildebrando Pascoal, que é acusado na Justiça de chefiar o esquadrão da morte, recebeu neste final de semana, visita da vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, deputada federal Antônia Lúcia (PSC-AC).
A parlamentar solicitou a secretaria de Saúde do Acre, Suely Costa, uma visita ao ex-deputado, para verificar se ele estaria recebendo tratamento adequado no sistema de saúde pública do Acre. Preso há 14 anos, e acometido de sérios problemas de saúde, Hildebrando Pascoal passa por tratamento no HC.
Hildebrando Pascoal e a vice-presidente da CDH, Antônia Lúcia
Hildebrando Pascoal e a vice-presidente da CDH, Antônia Lúcia
Abatido e demonstrando está bastante debilitado, Hildebrando Pascoal disse que estaria sendo bem tratado, mas teme pelo agravamento de seu estado de saúde, no retorno ao presídio. “Aqui estou sendo bem tratado, mas devo retornar logo ao presídio. Lá, eu não sei como vai ficar minha saúde”, enfatiza.
Hildebrando Pascoal fez um apelo a Antônia Lúcia, que caso, ela pudesse interceder, “eu gostaria que meus processos fossem analisados juridicamente. Eu só queria isso aí. Que os processos sejam analisados juridicamente, para que eu possa exercer meu direito de defesa com critérios jurídicos”, diz Pascoal.
Preso na época em que exercia o mandato de deputado federal, Hildebrando Pascoal foi acusado de diversos crimes. Ele também é acusado pelo assassinato do mecânico Agilson Firmino dos Santos, o “Baiano”, que foi torturado e teve o corpo cortado com o uso de uma motosserra, em setembro de 1996.
O coronel que teve a patente cassada foi condenado a mais de 80 anos de prisão por tráfico de drogas e a morte de um policial, crimes que ele nega ser o autor. Nas entrelinhas, o ex-deputado deixou escapar que estaria sendo vítima de um tipo de armação política, o que o tornaria um preso político.

quinta-feira, 28 de março de 2013

me enojou encontrar isto hoje na internet

Menino teria sido queimado vivo no Acre

O menino Wilder Oliveira Firmino, de 13 anos, foi morto com requintes de crueldade como parte da "vingança da família Pascoal" pela morte de um de seus membros, o subtenente da PM Itamar Pascoal.
Ele teria sido queimado vivo com óleo quente usado para preparar asfalto e sua coluna cervical teria sido quebrada.
Esse é o teor da denúncia apresentada anteontem à Justiça do Acre pelo Ministério Público Estadual. No documento, o crime, cometido em julho de 1996, é narrado em detalhes e é pedida a prisão preventiva dos envolvidos.
O tenente da PM Pedro Pascoal Duarte Pinheiro Neto, irmão de Hildebrando, foi denunciado como sendo o autor do tiro que atingiu a cabeça do menino. Pedro Pascoal faz parte do grupo de 28 pessoas que estão detidas em prisão temporária em Brasília.
Além dele, foram denunciados outros dois soldados da PM como co-autores do crime: Sebastião Crispim da Silva e Antônio Oliveira da Silva.
O primeiro foi morto pelo esquadrão da morte supostamente comandado pelo ex-deputado, numa espécie de "queima de arquivo". Silva não está no grupo de detidos, até o momento.
Segundo o Ministério Público, o menino foi morto porque os autores do crime não conseguiram encontrar naquele momento o pai dele, Agilson Santos Firmino, o Baiano, acusado de ter participado da morte de Itamar Pascoal.
Baiano foi morto pouco depois e seu corpo foi partido com uma motosserra.
Wilder teria sido levado pelos três para as margens da BR-364, em pavimentação, onde foi torturado. A denúncia afirma que Wilder, "de olhos vendados, foi obrigado a se ajoelhar na piçarra (matéria-prima do asfalto)", para que delatasse o paradeiro do pai.
Como não confessou, logo depois ele teve a coluna cervical quebrada por Pedro Pascoal e Sebastião Crispim e recebeu o tiro na cabeça disparado pelo irmão do ex-deputado.
Segundo apurou o Ministério Público, após o tiro, Pedro Pascoal "cerrou os punhos e, voltado ao céu, bradou: "Meu irmão, um já foi!"." (WF)

quarta-feira, 20 de março de 2013

Conselho Nacional do Ministério Público arquiva denúncias de Hildebrando Pascoal


O Conselho Nacional do Ministério Público considerou infundadas as denúncias feitas pelo ex-coronel da PM, Hildebrando Pascoal, que apontava irregularidades no concurso público realizado em 1997 envolvendo a desembargadora Eva Evangelista e a procuradora Vanda Denir Milani Nogueira.
O despacho é assinado pelo procurador regional da República da Corregedoria Nacional, Elton Ghersel. Na conclusão da sindicância, o procurador afirma que o processo foi arquivado “por ausência de provas capazes de fundamentar a investigação criminal”.
O procurador sustenta ainda que os fatos apresentados na denúncia já haviam sido motivo de apreciação por parte do Ministério Público do Acre em 1997 e que, inclusive, ocasionou a anulação do exame “em virtude da existência de fortes indícios de quebra de sigilo das questões”, diz o procurador.
À época, o fato teve grande repercussão. A Polícia Federal realizou perícias, mas não conseguiu encontrar elementos que comprovassem irregularidades. O procurador Ghersel argumenta que as investigações “tendo ou não sido suficientes” e “corretas ou não as decisões de arquivamento”, o fato é que a pretensão de punir “encontra-se há muito prescrita”.
“O Conselho Nacional isentou tanto a desembargadora Eva quanto a procuradora Vanda de qualquer procedimento irregular”, afirmou a procuradora-geral do Ministério Público do Acre, Patrícia Rêgo.
Requentou
As denúncias feitas pelo ex-coronel requentaram o episódio e foram realizadas de uma maneira que causou temor em Rio Branco. Em novembro de 2011, Hildebrando Pascoal escreveu três cartas fazendo ameaças à desembargadora Eva Evangelista, ao então procurador-geral de Justiça, Sammy Barbosa, e ao senador Jorge Viana (PT/AC).
Em fevereiro do ano passado, as cartas de Hildebrando ganharam repercussão nacional com a publicação da íntegra do conteúdo no jornal O Estado de S. Paulo. “Ele requentou o assunto que já havia sido arquivado pelo STJ”, afirmou a procuradora-geral do MP, Patrícia Rêgo. “Agora, com a decisão do CNMP, isso é um assunto encerrado”.
Última atualização em Qua, 13 de Março de 2013 09:58